O mercado imobiliário em 2018

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Ainda que os impasses políticos persistam, empresários da construção civil acreditam na retomada do crescimento do setor. Antes da crise o número de imóveis financiados no Brasil registraram o auge da prosperidade, porém, a retração econômica nacional aumenta o número de imóveis em estoque, o que faz com que construtoras e incorporadoras evitem lançar empreendimentos, afetando diretamente os financiamentos. De janeiro a setembro de 2017, as vendas em unidades registram leve queda de 1,5% em relação ao acumulado do ano anterior, enquanto que os lançamentos imobiliários, por sua vez, recuaram 8,6%.

Quando considerado o desempenho do setor em 2016, os dados do terceiro trimestre de 2017 apontam uma melhora de cenário em relação ao igual período de 2016. Tanto as vendas como lançamentos cresceram 4,2% e 14,7%, respectivamente. As vendas no terceiro trimestre totalizaram 21.074 unidades residenciais, uma queda aproximada de 7,4% em relação ao trimestre anterior. Nota-se que a queda em lançamentos veio acompanhada da redução das vendas. No entanto, o cenário é de recuperação do mercado, pois tanto os lançamentos quanto as vendas cresceram em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o presidente da Siduscon-SP, José Romeu Ferraz, um outro fator que se mostra positivo é a redução da taxa anual de juros básicos (Selic), a qual se conjura em um aumento na atratividade das aplicações na caderneta de poupança, o que, por sua vez, amplia o acesso aos recursos de crédito imobiliário. A previsão ainda é de que a taxa Selic baixe para 8% em 2018, gerando impacto direto nas previsões do setor e indicando que o pior momento da crise já passou, uma vez que a poupança tende a ficar mais atrativa.

Ainda que a economia brasileira continue à mercê de variáveis imprevisíveis como a atual política nacional, para o setor imobiliário e da construção civil, por ser um dos principais setores da economia ao gerar uma quantidade considerável de empregos no país, a perspectiva geral é de que no ano seguinte seja retomado o recebimento de investimentos e desimpedida a continuidade de seu crescimento.

Conheça a íntegra do estudo do 3º trimestre de 2017 clicando aqui.

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