Você já ouviu falar sobre a Indústria 4.0 e como o mercado da construção está se preparando para este futuro?

*IBI |

 

Uma profunda transformação está acontecendo nas empresas de todo o mundo. Essa nova revolução é conhecida como “Indústria 4.0”. A informação é o seu principal pilar. Construtoras, fornecedores e consumidores finais estão introduzindo cada vez mais serviços digitais baseados em dados, mas a crescente quantidade disponível agrega pouco valor sem as análises necessárias.

 

O Brasil ainda não assimilou o conceito da Indústria 4.0, segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A indústria ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade.

 

De acordo com a revista EXAME, a quarta revolução industrial provoca uma mudança de perfil do trabalhador. A integração de diversas formas de conhecimento exige profissionais multidisciplinares.

 

Como em outros setores da indústria, a digitalização e integração da cadeia de valor horizontal da construção civil, que envolve fornecedores, consumidores finais e parceiros é a que está andando mais devagar. Um dos maiores desafios está justamente na cadeia de suprimentos extremamente fragmentada, onde a confiança entre contratada e contratante é indispensável.

 

Devido a grande quantidade de envolvidos, mesmo em pequenos projetos de construção, atingir um nível de integração e digitalização maior oferece benefícios significantes em termos de redução de falhas, aumento de eficiência e produtividade.

 

O BIM (Building Information Model), que significa “modelagem da informação da construção”, já é uma realidade e tornou possível projetos mais precisos, entregues em menos tempo e com a garantia de menos problemas na obra.

 

A construção civil é muitas vezes caracterizada por desafios de curto prazo e projetos complexos de executar. É por isso que empresas do setor estão investindo em inovações capazes de aumentar sua eficiência e reduzir custos como requisito indispensável para se manter no mercado. No curto prazo, a qualificação de mão de obra para esse novo mercado é o principal desafio das empresas da cadeia da construção civil.

 

*Fonte: Boletim IBI –  Instituto Brasileiro de Impermeabilização

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