Vender é uma arte milenar. Muito antes de surgir o sistema de compras e vendas que conhecemos hoje, a humanidade já vendia. Nossos ancestrais trocavam entre si mercadorias e, desde aquela época, só os melhores negociadores eram escolhidos por seus líderes para ir a campo. Hoje não é diferente e quando se fala em bons vendedores, o funil fica ainda mais apertado. Então, para ajudar a despertar o vendedor que existe aí dentro, preparamos uma série de dicas para aumentar suas vendas. O primeiro passo é conhecer as quatro etapas de uma venda: 1 – Prospecção: no início, você precisa identificar clientes em potencial e saber quem são seus concorrentes. 2 – Abordagem: é o momento de fazer contato, se apresentar, ganhar confiança e falar do seu produto. 3 – Negociação: hora de falar sobre preços, prazos e datas de entrega. 4 – Fechamento: por último, o momento decisivo de assinar o contrato. Agora sim, vamos para as quatro dicas infalíveis de como ser um bom vendedor: 1. Saiba qual é o seu objetivo Sabendo qual é sua meta e para quem quer vender, você vai saber qual a melhor forma de abordar e apresentar seu produto ou serviço. Não adianta atirar para todos os lados: para vender é preciso planejar e ter metas bem definidas. 2. Acredite no seu produto A primeira pessoa a comprar seu produto deve ser você mesmo. Se nem mesmo o próprio vendedor acreditar na solução que o produto tem para oferecer, com certeza será muito difícil fazer com que alguém acredite nele. 3. Conheça seus clientes Se você tiver tempo para investigar como são as pessoas para quem você quer vender, ponto para você. Mas isso nem sempre é possível, principalmente no primeiro contato. Portanto, apure seu poder de sondagem! Procure fazer as perguntas certas, que levem você a identificar as necessidades do cliente, para poder assim mostrar todo o potencial do seu produto. 4. Seja entusiasmado, paciente e persistente O cliente só vai dar o “sim” que você espera se você conseguir encantá-lo. Não se esqueça: você não é o único que está vendendo. Pense sempre que seu cliente já foi abordado por outros vendedores, então se você conseguir despertar entusiasmo dele, é com você que ele vai comprar. O ciclo de venda pode ser longo, dependendo do público-alvo e das características do produto ou serviço que você oferece. O importante é não tentar pular nenhuma das fases, você precisa se manter no domínio da venda. Acredite que você não está oferecendo apenas um produto, mas sim um benefício, uma solução para a vida de quem compra. Também esteja preparado para não vender – mas sem deixar que as portas se fechem, se coloque sempre à disposição para retomar a conversa – e esteja pronto para começar tudo de novo. Um bom vendedor é, acima de tudo, alguém que gosta de criar e manter bons relacionamentos. Assine nossa newsletter! Posts relacionados Novidade É fundamental rever a Norma de Desempenho de Edificações Qualit 19 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade Como melhorar as apropriações dos custos da sua empresa Qualit 12 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade 5 dicas para otimizar a sua rotina de contas a pagar Qualit 5 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade Qual a diferença entre o eSocial e a EFD-REINF? Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade EFD-REINF impacta na Construção Civil? Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade Segunda fase do eSocial Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade O que é a EFD-REINF do eSocial e como ela deve ser implementada no seu negócio? Conteúdo Blog 20 de setembro de 2018 LER MAIS Novidade Planejamento urbano: a tendência dos condomínios horizontais Conteúdo Blog 17 de setembro de 2018 LER MAIS Novidade 10 segredos para ter êxito no processo de informatização da sua empresa Qualit 24 de julho de 2018 LER MAIS Novidade O desafio das empresas num cenário de crise Qualit 17 de julho de 2018 LER MAIS Novidade ABRAMAT: Regularidade é a expectativa da maioria na indústria de materiais de construção Qualit 10 de junho de 2018 LER MAIS Novidade A recuperação do segmento de Construção Civil Qualit 5 de junho de 2018 LER MAIS Novidade Instituto Brasileiro de Impermeabilização lança livro Qualit 28 de maio de 2018 LER MAIS Novidade Como a realidade virtual pode revolucionar o mercado imobiliário Qualit 19 de dezembro de 2017 LER MAIS Novidade O mercado imobiliário em 2018 Qualit 14 de dezembro de 2017 LER MAIS Novidade Planejamento da comunicação na Construção Civil Qualit 27 de outubro de 2017 LER MAIS Novidade 6 razões pra investir em um ERP antes de terminar 2016 Qualit 11 de novembro de 2016 LER MAIS Novidade 3 coisas que não podem faltar no seu Diário de Obras Qualit 25 de outubro de 2016 LER MAIS
Gestão da Qualidade na Construção Civil
As vantagens de se implantar um sistema de gestão de qualidade vão desde o aumento do nível de organização interna, o controle da administração à produtividade. Além desses benefícios, também leva a redução de custos e do número de erros e melhora a credibilidade junto a seus clientes. Para o mercado da construção civil, as normas NBR ISO 9001:08 e Referencial SiAC / PBQP-H são alvo dos empreendedores que tem uma visão mercadológica de médio e longo prazo. O PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, é um instrumento do Governo Federal para cumprimento dos compromissos firmados pelo Brasil quando da assinatura da Carta de Istambul (Conferência do Habitat II/1996). A sua meta é organizar o setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva. A busca por esses objetivos envolve um conjunto de ações, entre as quais se destacam: avaliação da conformidade de empresas de serviços e obras, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão-de-obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, avaliação de tecnologias inovadoras, informação ao consumidor e promoção da comunicação entre os setores envolvidos. A norma NBR ISO 9001 é aplicável a qualquer produto, a qualquer tipo de serviço e a qualquer tamanho da organização. É também compatível com outros sistemas de gestão e focada em melhoria contínua. Além disso, é voltada para os resultados dos negócios. Ao se implantar um Sistema de Gestão da Qualidade busca-se algo que seja compatível com a organização, que agregue valor e que seja interligado com outros processos organizacionais. Com um sistema de Gestão da Qualidade implantado, informações importantes para a tomada de decisão são extraídas de forma simples e rápida melhorando a gestão de documentação, gerenciamento de processos, práticas de comunicação interna e aumento de produtividade. Os benefícios em implantar um sistema de gestão da qualidade na construção civil oferecem melhorias para várias partes interessadas: Para as empresas, a oportunidade de aumentar sua competitividade, por meio da redução de desperdícios, melhor formação dos profissionais, melhor gestão e acesso aos projetos, materiais, componentes e adequação das normas técnicas. Para os contratantes do setor público, a oportunidade de utilizar seu poder de compra como forma de selecionar os fornecedores com maior qualidade, otimizando o uso dos recursos públicos, solicitando no processo licitatório os Atestados de Qualificação. Para o consumidor, a oportunidade para utilizar seu poder de compra, dando preferência às empresas que produzem com qualidade. Para que sua empresa possa também usufruir destes benefícios, existem soluções especializadas em gestão de obras. Estas soluções permitem acesso de qualquer lugar, a qualquer hora e com investimentos bem acessíveis. Se você tem interesse em saber mais sobre o módulo Gestão da Qualidade, entre em contato conosco através do e-mail marketing@qualit.com.br ou no (81) 3465-0696. Assine nossa newsletter! Posts relacionados Novidade É fundamental rever a Norma de Desempenho de Edificações Qualit 19 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade Como melhorar as apropriações dos custos da sua empresa Qualit 12 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade 5 dicas para otimizar a sua rotina de contas a pagar Qualit 5 de novembro de 2018 LER MAIS Novidade Qual a diferença entre o eSocial e a EFD-REINF? Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade EFD-REINF impacta na Construção Civil? Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade Segunda fase do eSocial Qualit 16 de outubro de 2018 LER MAIS Novidade O que é a EFD-REINF do eSocial e como ela deve ser implementada no seu negócio? Conteúdo Blog 20 de setembro de 2018 LER MAIS Novidade Planejamento urbano: a tendência dos condomínios horizontais Conteúdo Blog 17 de setembro de 2018 LER MAIS Novidade 10 segredos para ter êxito no processo de informatização da sua empresa Qualit 24 de julho de 2018 LER MAIS Novidade O desafio das empresas num cenário de crise Qualit 17 de julho de 2018 LER MAIS Novidade ABRAMAT: Regularidade é a expectativa da maioria na indústria de materiais de construção Qualit 10 de junho de 2018 LER MAIS Novidade A recuperação do segmento de Construção Civil Qualit 5 de junho de 2018 LER MAIS Novidade Instituto Brasileiro de Impermeabilização lança livro Qualit 28 de maio de 2018 LER MAIS Novidade Como a realidade virtual pode revolucionar o mercado imobiliário Qualit 19 de dezembro de 2017 LER MAIS Novidade O mercado imobiliário em 2018 Qualit 14 de dezembro de 2017 LER MAIS Novidade Planejamento da comunicação na Construção Civil Qualit 27 de outubro de 2017 LER MAIS Novidade 6 razões pra investir em um ERP antes de terminar 2016 Qualit 11 de novembro de 2016 LER MAIS Novidade 3 coisas que não podem faltar no seu Diário de Obras Qualit 25 de outubro de 2016 LER MAIS
Compra e venda de imóveis por aplicativos está cada dia mais comum
Sabemos que mudou a forma de se comunicar e se relacionar com as pessoas do mundo todo e que os aplicativos de mensagens instantâneas e as redes sociais invadiram de vez a vida das pessoas. Para além do simples divertimento, estes recursos estão sendo cada vez mais usados para fechar importantes transações comerciais, que envolvem até mesmo o mercado imobiliário. No entanto, a recomendação da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) é que se tenha muita cautela antes de fechar um negócio por meio desses aplicativos. De acordo com o juiz Lúcio Eduardo de Brito, “a validade do negócio é plena, pois há proposta e há aceitação, que dentro da moderna concepção jurídica dos contratos é plenamente aceita. Aliás, o Código Civil cuida do tema quando considera juridicamente presente em uma proposta a pessoa que contrata por telefone ou por meio de comunicação semelhante.” Além do aplicativo, redes sociais também são muitos utilizados. Em 2009, uma construtora concluiu a venda do primeiro apartamento utilizando o Twitter. Localizado no Alto da Lapa, bairro nobre de São Paulo, o imóvel foi comercializado na época por R$ 500 mil. O comprador, um gerente de TI que preferiu não se identificar, seguia a empresa no Twitter e se interessou por uma promoção voltada para usuários de redes sociais. No entanto, para evitar problemas, o presidente da ABMH, Lúcio Delfino, orienta o consumidor a sempre exigir um contrato escrito, no qual constem todos os detalhes da operação. “Em primeiro lugar, temos que lembrar que a compra e venda de bens imóveis no Brasil só se concretiza no momento em que o título de transferência de propriedade é registrado no cartório de registro de imóveis”, destaca. Esse título pode ser a escritura pública de compra e venda, de inventário, de doação, de divórcio e partilha de bens, a carta de arrematação ou o contrato particular de compra e venda com financiamento imobiliário ou utilização de FGTS (isto é, contratos ligados ao Sistema Financeiro da Habitação – SFH), como exemplifica Delfino. “Não interessa qual o título, o importante é registrá-lo”, ressalta. Até que seja assinado o título de transferência de propriedade, entretanto, é comum que seja feito um contrato de promessa (ou compromisso) de compra e venda. “Ao contrário do contrato definitivo de compra e venda, a lei não exige que esse contrato inicial (de promessa ou compromisso) seja escrito. Nada impede que ele seja verbal ou tratado por vias ‘não convencionais’.” Também conhecidos como contratos de gaveta, os contratos particulares de promessa de compra e venda não são títulos capazes de transferir a propriedade. “Ou seja, tratam-se de contratos de intenção de uma futura compra e venda. Embora tenham validade entre as partes que o assinam, não são capazes de transferir a propriedade do bem para o comprador. A transferência precisa ser feita por algum dos títulos especificados na Lei de Registros Públicos (Lei Federal nº 6.015/73)”, completa. Apesar de não serem capazes de transferir a propriedade, Lúcio Delfino diz que a grande maioria das negociações de compra e venda de bens imóveis se inicia com um contrato particular, feito entre vendedor e comprador, muitas vezes intermediado por um corretor de imóveis ou imobiliária. “É o primeiro passo da negociação, em que se estabelecem as condições para a futura conclusão da compra e venda, tais como preço, que pode ser reajustado ou não, forma e prazo de pagamento e de entrega das chaves, prazo para assinatura da escritura ou contrato de compra e venda definitivo, condições do imóvel, responsabilidade pelos tributos e taxas incidentes sobre a unidade, multas por descumprimento total ou parcial do contrato, entre outros”, conta Delfino. Após a quitação do preço estipulado no contrato particular, cabe ao vendedor assinar o título de compra e venda definitivo, e ao comprador registrá-lo no cartório de Registro de Imóveis. “Cabe lembrar que a quitação pode ser feita com recursos próprios, FGTS, financiamento ou consórcio imobiliário, nestas últimas modalidades, é comum que o próprio contrato de utilização de FGTS, financiamento ou consórcio, seja utilizado, também, como título de compra e venda, especialmente quando a operação é feita por agentes que operem com o Sistema Financeiro da Habitação. De toda forma, cabe reiterar: ‘Quem não registra não é dono!’”, frisa. Assine nossa newsletter! 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